quinta-feira, 30 de junho de 2011

Quando voltamos do Carnaval!

E aí, aproveitou o carnaval para descansar?

Bom, de uma forma ou de outra, acabou a moleza! Hora de voltar ao trabalho, lavar bem o rosto…

… vestir-se adequadamente…

… fazer um bom alongamento…

… e “pegar a estrada” para aproveitar aquela incrível sensação de liberdade que…

… deixa para lá.
De qualquer forma, passado o festerê, é importante não transformar alegria e descontração em tristeza e preocupação. E mais uma vez isso diz respeito diretamente a você, mesmo que não dirija. Para dirigir com segurança, o motorista tem que estar totalmente preparado, qualquer alteração das condições físicas ou psicológicas é preocupante. Se for o caso, faça o possível para dissuadir alguém que está sob efeito de álcool da ideia de dirigir. Lembre-se que essa atitude pode evitar um enorme vexame…


… ou pior!
Conduzir sob efeito de álcool é, segundo a legislação em vigor, um ato criminoso! E não é para menos, mais de 50% dos acidentes de trânsito envolvem alguém alcoolizado!
Este ano, durante o período de carnaval, dos 28.646 testes de bafômetro realizados pela Polícia Rodoviária Federal, 972 deram positivo. Ao todo, 437 pessoas foram presas por embriaguez. Outras 145 foram detidas por crimes diversos.



Filhos de Alcoólatras
Milhões de crianças e adolescentes convivem com algum parente alcoólatra no Brasil. As estatísticas mostram que eles estarão mais sujeitos a problemas emocionais e psiquiátricos do que a população desta faixa etária não exposta ao problema, o que de forma alguma significa que todos eles serão afetados. Na verdade 59% não desenvolvem nenhum problema. O primeiro problema que podemos citar é a baixa auto-estima e auto-imagem com conseqüentes repercussões negativas sobre o rendimento escolar e demais áreas do funcionamento mental, inclusive em testes de QI. Esses adolescentes e crianças tendem quando examinados a subestimarem suas próprias capacidades e qualidades. Outros problemas comuns em filhos e parentes de alcoólatras são persistência em mentiras, roubo, conflitos e brigas com colegas, vadiagem e problemas com o colégio.

Curiosidades

*Tomar bebidas alcóolicas no frio mantém o corpo aquecido? Não.Muito pelo contrário! Ocorre uma ilusão de aquecimento porque oálcool dilata os capilares e os enche de sangue. Bebidas alcóolicaspodem até promover ulcerações sob frio intenso.


*A cerveja aumenta a barriga?
R: O que causa a barriga é simplesmente o excesso de energia acumulada! Em uma lata de cerveja, há a mesma quantidade de calorias que um bife, ou seja, são 70 calorias. Em uma festa, uma pessoa consome várias latas de cerveja, a mesma quantidade de calorias que vários bifes. E se toda essa energia acumulada não é gasta, resulta, então, na famosa barriga de cerveja
► A depressão no alcoolista é muito freqüente e a taxa de suicídio entre eles é 60 a 120 vezes maior que na população geral. Ansiedade e quadros psicóticos provocados pelo álcool também são muito comuns.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Questão de Responsabilidade

O consumo de álcool pelos adolescentes está cada vez maior, aumentando os índices de internações causadas pelo excessivoconsumo de bebidas alcoólicas. Pesquisas apontam que de [que]vinte anos atrás para os de hoje [atrás], o consumo de álcool era 74,5% menor que nos dias de hoje. Na década de 30 o consumo de álcool foi tão absurdo, para a época, que em 1941 foi transformada em lei a proibição da venda e/ou consumo de bebidas alcoólicas por menores de idade.

A bebida alcoólica é a droga lícita mais consumida no Brasil e infelizmente é mais consumida por adolescentes entre 15 a [e] 18 anos,sendo que os homens consomem três vezes mais que as mulheres devido à questão física. Mas estes [esses] adolescentes, muitas vezes, utilizam da bebida para se mostrar maduros. Eles enfrentam a bebida para expor a todos ao seu redor que ele(a) não é fraco(a) e pode beber o quanto quiser que e não irá [eles não são fracos e podem beber o quanto quiserem que não irão] passar mal. E esse excesso mancha a imagem de todos os adolescentes, pois não são todos que utilizam desse meio para chamar atenção. Será que a lei criada em 1941 é mesmo correta? Será que os menores de idade não têm responsabilidade suficiente para poder consumir bebidas alcoólicas? 

A lei foi criada para amenizar o consumo desta [dessa] droga lícita, mas os jovens sempre acabam aprendendo "um jeitinho brasileiro" deconseguí-las [consegui-las]. Não é a idade da pessoa que irá definir o seu nível de inteligência ou de capacidade para que possa consumir bebidas, mas como não temos um modo de identificar as pessoas com baixa responsabilidade, então criaram a lei de proibição.

Acredita-se que as pessoas ao passar dos anos aprendem com os próprios erros o que é certo ou errado, então deixem [deve-se deixar]que os adolescentes bebam moderadamente, e deixe que eles [para que] aprendam. Pois nem mesmo seus pais, que são inspiração para eles, podem dizer que nunca beberam demais. 

segunda-feira, 27 de junho de 2011


Depoimento, por Dionísio Quirino dos Santos
Eu bebi quinze anos, o álcool estava fazendo com que eu me distanciasse cada vez mais da minha família. Meus 4 filhos já estavam passando necessidade, do alimento, do carinho, do amor... enquanto isso, eu ficava dentro dos bares gastando dinheiro, chegando em casa tarde da noite, minha esposa nem falava nada porque sabia que se falasse viria aquelas discussões. Já mandei ela embora de casa várias vezes, dizia que se ela não achasse que a situação estava boa ela poderia ir e deixar as crianças comigo, mas no outro dia eu me arrependia do que falava. Um dos dias que eu cheguei embriagado em casa, a minha filha que na época tinha 4 anos, então aquela menininha chegou até a mim e falou: “pai ao invés do senhor ficar no bar até tarde com seu amigos bebendo porque o senhor não vem para casa mais cedo brincar com a gente?”. Aquilo me marcou muito porque eu vi que uma criança de 4 anos não estava querendo nada de mais, apenas de o pai desse um pouquinho mais de atenção para eles. Depois disso, resolvi procurar a associação, eu me julgava um bêbado social e achava que quando eu quisesse parar eu parava, mas eu tentei e não consegui. Depois que procurei a associação minha vida melhorou 100%, porque hoje quando eu chego no meu serviço meus filhos sabem o horário que chego em casa. Ganho um beijo, um abraço, coisa que antes não acontecia. Só por esse carinho, eu devo tudo a associação. Aquele que acha que é bebedor social se engana, eu me considerava um mas que social é este que perdeu 3 carros, um terreno, respondi 3 anos de um processo criminal por causa do álcool... Hoje sou muito feliz!
Mensagem: Para as pessoas que fazem uso da bebida alcoólica não sabem o mal que isso faz a ele, para a família... Pare com a bebida alcoólica enquanto é tempo, só assim a pessoa vai conhecer realmente o que é a felicidade.

Um manual completo para catapultar a ressaca 

Nada pior do que exagerar no álcool e sofrer com os desprazeres da indesejada ressaca do dia seguinte. A cabeça parece que vai explodir, o enjôo, a tontura, a fraqueza e uma sede de matar fazem você desejar nunca ter esvaziado um copo antes. Não é à toa que seu corpo está debilitado. Funciona assim: o organismo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia. Resultado: ficamos enfraquecidos. 

O excesso de álcool também ataca o sistema nervoso central e provoca sono e irritação; corrompe mecanismos químicos cerebrais, ocasionando dor-de-cabeça; irrita as mucosas do aparelho digestivo, causando náuseas, vômito e diarréia; e inibe a ação do hormônio antidiurético, levando a sede e boca seca. 

A zonzeira não pára aí. A ingestão excessiva de álcool pode trazer diversos prejuízos à saúde como o ganho de peso e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. 

"O consumo crônico pode causar lesões cerebrais, diabetes tipo 2, úlceras e inflamações no estômago e intestino, hepatite, depressão, lesão nos rins, na bexiga, próstata e pâncreas, entre outras doenças" , alerta a nutricionista Fabiana Honda, da consultoria nutricional Patrícia Bertolucci. 

Como evitar 
1. Alimentar-se antes de beber é a regra de ouro contra a ressaca. "Quando bebemos de estômago cheio, os alimentos diminuem a difusão do álcool pelas paredes do estômago e retardam a passagem do álcool para o intestino, onde ele é rapidamente absorvido" , explica Fabiana. Dessa forma, o álcool entra gradualmente na corrente sangüínea e demora mais tempo para chegar ao cérebro. 

2. Procure ingerir alimentos que irão proteger o seu fígado. É ele que fabrica a enzima que digere o álcool e, quando sobrecarregado, produz uma toxina que causa dor-de-cabeça. Dias antes, encare um suco de beterraba e alho para turbinar o orgão. Inclua na sua refeição alimentos com gordura poliinsaturada, encontrada em peixes e no azeite de oliva extravirgem. Então pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedaços de pão na mistura.

3. O ideal é beber moderadamente. A nutricionista Fabiana Honda aconselha intercalar a bebida com quitutes e copos de água. Dessa forma, o álcool não fica sozinho no estômago e, claro, você bebe menos, já que a barriga cheia reduz o espaço para as bebidinhas. "Os petiscos com carboidrato e/ou gordura retardam a absorção do álcool, por exemplo, uma torradinha com patê ou um pedaço de queijo" , recomenda. Dê preferência aos queijos, ricos em gordura, e às carnes, fontes de proteína, que facilitam a digestão do álcool. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho são bem- vindos. O sal e a gordura estimulam a secreção de substâncias estomacais que protegem o estômago do álcool. Mas evite petiscos muito salgados, que aumentam a sede a não ser que você opte por água. 

4. Outra dica é colocar gelo ou água no drinque para diluí-lo ou intercalar bebidas não-alcoólicas e alcoólicas. Trocar a água por suco ou refrigerante também pode. Essas bebidas são ricas em carboidratos, que ajudam a metabolizar o álcool. 

5. Embora a ressaca seja inevitável se você ingerir muito álcool, ela pode ser ainda pior: batidas, licores e uísque geram mais desconforto por causa da concentração e da mistura de substâncias. 

6. Álcool e fumo formam uma dupla nefasta para o organismo. Quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue e mais rápido se dá o processo de intoxicação. 

Como aliviar 
1. A principal causa da ressaca é a desidratação provocada pelo álcool, um potente diurético que estimula a perda de líquido do corpo. Vá de água antes, durante e, principalmente, depois da bebedeira. Antes de dormir, ingira bastante água. Essa tática ajuda seu organismo a metabolizar o álcool enquanto você descansa. Se acordar para fazer xixi, tome mais água. Além de hidratar seu corpo, ela ajuda a eliminar o álcool e livrar-se das toxinas. Suco de acerola, limão e laranja também ajudam, porque bombeiam antioxidantes protetores e vitamina C no seu corpo. Beba isotônicos, para repor os sais minerais perdidos e abuse da água-de-coco, rica em potássio. 

2. Evite o famoso cafezinho amargo, muitas vezes recomendado para diminuir a dor-de-cabeça. A bebida também tem propriedades diuréticas, ou seja, desidrata ainda mais o seu corpo. 

3. Consuma alimentos de fácil digestão para não estressar ainda mais o organismo, já detonado pelo esforço de processar o álcool. "Para amenizar os efeitos da ressaca deve-se ter uma alimentação leve, pobre em gorduras, rica em frutas, vegetais e líquidos" , ensina Fabiana Honda. Inclua no cardápio os carboidratos complexos, como pão e biscoito de água e sal. O álcool aumenta a acidez e irrita a mucosa estomacal. Os alimentos secos e salgados desaceleram a produção de ácido. Essas comidas também dão energia para o fígado na hora de processar as toxinas e o excesso de bebida. Deixe de lado molho branco, queijos amarelos e fritura. 

4. Embora alguns medicamentos ajudem a minimizar os estragos produzidos pelo álcool, como aqueles que unem analgésico (contra dor-de-cabeça), antiácido (contra a queimação no estômago) e antiemético (contra enjôos), nenhum é capaz de resolver tudo de uma só vez. 

5. Por onde passa, o álcool causa baderna. Dentro da cabeça ele age nos neurônios daí a desinibição e a tonteira. Cerca de cinco horas depois da bebedeira as células cerebrais começam a se recuperar, mas ficam ultra-sensíveis. É por isso que a luz e o barulho incomodam tanto. No dia seguinte, os danos ainda são sentidos e é praticamente impossível se concentrar. Repouse. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. Nesse momento o que o corpo mais pede é descanso. 

6. Algumas ervas ajudam a renovar as células hepáticas e, assim, acelerar o processo de purificação das toxinas do álcool que estão no corpo. Chás de salsaparrilha, erva-picão, macela e erva-cidreira são excelentes desintoxicantes. Depois das refeições, o chá verde e o de hortelã facilitam a digestão. E, para uma limpeza mais completa do organismo, selecionamos três receitas de sucos poderosos, elaborados pela consultoria nutricional Patrícia Bertolucci. 

Suco de couve e laranja 
Ingredientes:
2 folhas de couve 
suco de 8 laranjas 
suco de 1 limão

Modo de preparo: 
Bata todos os ingredientes no liqüidificador. Sirva gelado. 
Rendimento: 4 copos 
Calorias: 78 kcal por copo

Suco de maracujá com água de coco e gengibre 
Ingredientes: 
800 ml de água de coco 
polpa de 1 maracujá 
1 pedaço (1 cm) de gengibre 

Modo de Preparo: 
Bata os ingredientes no liqüidificador. Se desejar, acrescente pedras de gelo. Rendimento: 4 copos 
Calorias: 53 kcal por copo 

Suco de cenoura 
Ingredientes:
1 cenoura 
½ maço de salsinha 
suco de 4 laranjas
2 fatias de abacaxi 

Modo de Preparo: 
Bata no liqüidificador todos os ingredientes e sirva. 
Rendimento: 4 copos
Calorias: 78 kcal por copo

terça-feira, 21 de junho de 2011

SE BEBER NÃO DIRIJA!!!!
 SALVE VIDAS!!! 




PRA VOCÊ REFLETIR!!!
A impressionante História de Jacqueline Saburido

Olá. Esta linda garota sou eu.
a minha impressionante história e como ela pode                  rá ajudar a salvar vidas.
Estou toda feliz com o carinho dos meus pais.



Aqui levo uma vida normal. Afinal, ninguém é de ferro...
Aqui estou com alguns novos amigos numa festa de aniversário...
Domingo, 19 de setembro de 1999.

Então com 20 anos, eu e mais quatro amigos voltávamos para casa.

Na outra pista vinha um veículo conduzido por um homem jovem, bonito e que dirigia mesmo após tomar umas cervejinhas.
Entretanto, como ele era “bom de volante”, nunca havia lhe ocorrido nada de grave...

... até aquele dia.

O carro no qual estávamos incendiou-se.

Dois dos meus amigos morreram ali, nas chamas

Este é o pai de um deles.
Mas não foram só os meus amigos e a felicidade dos seus familiares e amigos que morreram naquele dia ...


Eu morri. 
E da pior forma que se pode morrer:

Em vida.


Morri nas orelhas, no cabelo, no nariz, na face, nos dedos das mãos, nos olhos... Com mais de 60% do meu corpo queimado, morri no espelho.
E morro de dor a cada dia que passa...
Dói o corpo, apesar de toda ajuda que recebo do meu pai e de todas as pessoas...
... e dói a alma, mesmo com todo o carinho recebido.
Cervejinha, direção, dor.
Até aqui, em quatro anos, foram mais de 50 cirurgias. 
Este coitado era exatamente como você é: uma pessoa normal, com seus sonhos, amores, ambições, desejos, amigos...



Seu único erro foi dirigir após beber.

Poupe-se da culpa.

Poupe-se da dor.

Poupe-se deste pesadelo.
Poupe-se, e os outros de seus ERROS.
A solução para não ocorrerem novos casos como este está em suas mãos exatamente com o que você fará delas após tomar uma cervejinha estupidamente gelada. 
A DECISÃO É SUA.
Jacqueline Saburido
 "ANTES"
Jacqueline Saburido "DEPOIS"
Esta mensagem chegou para que você salve a vida de alguém.
Ajude a criar uma nova consciência de bebida SEM Direção.
Converse com seus amigos e familiares a respeito do que viu aqui.
O simples ato de enviar esta mensagem pode salvar uma vida dependendo dos caminhos que você a fará trilhar.
Salve vidas! 

Jacqui e seu pai Amadeo,2003

Agora Jacqui está emprestando corajosamente sua história e seu rosto a uma anti-DWI campanha nacional no Texas na esperança que sua experiência intimidará povos a beber e dirigir. É caracterizada em anúncios do serviço público da televisão, em um vídeo educacional e nos materiais da cópia produzidos pelo Ministério do Transporte do Texas e pelo departamento de polícia de Austin. “Antes e depois de que” os materiais da campanha enlatam requisitado do fundo de Jacqui da ajuda.

Pessoal, vamos ajudar essa moça a se recuperar.
Você pode pensar:
Mas nem do Brasil ela é, porque vou ajuda-lá.
Por pior pensamento que seja esse, tem muita gente  que pensa dessa forma.
Mas veja por si mesmo, se fosse você no lugar dela, essa mensagem atravessaria os oceanos para que outras pessoas o conheçam e tentem de alguma forma te ajudar.
Essa é a forma mais "Cabeça" de se pensar, não sabemos o que vem pela frente, não, é ???
Hoje estamos aqui bem, amanhã onde e como estaremos.

Pense nisso !!!!




segunda-feira, 20 de junho de 2011


Mulheres que tomam bebida alcóolica engordam menos, diz estudo

NOVA YORK, EUA. As pessoas que começam uma dieta normalmente são aconselhadas a parar de beber álcool e evitar as calorias extras de uma taça de vinho ou um coquetel. Mas uma nova pesquisa sugere que as mulheres que consomem regularmente quantidades moderadas de álcool são menos prováveis de ganhar peso do que as não bebedoras. Além disso, quem bebe tem um risco menor de obesidade.
As descobertas, relatadas na revista "Arquivos da Medicina Interna", são baseadas em um estudo com 19.220 mulheres norte-americanas com mais de 39 anos e que, no início do estudo, estavam na categoria de "peso normal" em relação ao índice de massa corporal. Pesquisadores do Hospital Brigham e Feminino de Boston acompanharam os hábitos de bebida das mulheres por 13 anos. Cerca de 60% das mulheres bebiam pouco ou moderadamente, enquanto 40% relataram que não ingeriam álcool.
Durante o tempo do estudo, 41% das mulheres ficaram acima do peso ou obesas. Embora o álcool tenha várias calorias (cerca de 150 em uma taça de vinho), as participantes do estudo que não bebiam acabaram ganhando mais peso com o tempo: em média 4 kg, enquanto as bebedoras moderadas ganharam 1,4 kg. O risco de ficar acima do peso era quase 30% mais baixo para as mulheres que consumiam uma ou duas doses de álcool por dia em comparação com as não bebedoras.
As descobertas certamente serão confusas para as mulheres que continuam a receber mensagens conflituosas sobre os benefícios e os riscos de saúde a partir da ingestão de álcool. Embora a bebida moderada esteja associada com uma melhor saúde cardíaca, a bebida regular também aumenta o risco de câncer de mama.

Bebida alcóolica e engordar menos não se aplica aos homens

Homens e mulheres se comportam de maneira diferente em relação ao álcool, e a tendência acerca do menor ganho de peso entre os bebedores não parece ser verdadeira para os homens. Um estudo de 2003 com homens britânicos mostrou que os bebedores regulares ganhavam mais peso do que os não bebedores. Estudos sugerem que beber álcool tem efeitos diferentes sobre os hábitos alimentares de homens e mulheres. Os homens tipicamente acrescentam o álcool à sua ingestão calórica diária, enquanto as mulheres são mais prováveis de substituir o álcool por alimento. No estudo da revista “Arquivos da Medicina Interna”, as mulheres que bebiam álcool relataram ter ingerido menos calorias de fontes alimentares, particularmente carboidratos.
Além disso, pode haver diferenças na forma como homens e mulheres metabolizam o álcool. Estudos sobre metabolismo mostram que, após os homens ingerirem álcool, eles experimentam uma pequena mudança metabólica. Mas o álcool parece acelerar um pouco o metabolismo da mulher.
A ligação entre o consumo de vinho tinto e menos ganho de peso estava especificamente relatada no estudo da revista. Alguns estudos sugerem que o resveratrol, composto presente nas uvas e no vinho tinto, parece inibir o desenvolvimento de células de gordura e tem outras propriedades antiobesidade.
As descobertas não querem dizer que as mulheres devam correr para beber álcool para perder peso. Outra pesquisa mostra que, quando a pessoa já está acima do peso, seu metabolismo do álcool é mais eficiente. Portanto, uma mulher acima do peso pode ganhar ainda mais peso com o álcool do que uma mulher magra. Entretanto, os dados sugerem que, para muitas mulheres que enfrentam problemas de peso, as calorias extras provavelmente não vêm das bebidas alcoólicas.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Aumentam licenças por dependência

     A cada três horas, uma pessoa é afastada do trabalho para tratar a dependência química no País, revela relatório do Ministério da Previdência Social.
     Apenas em janeiro deste ano, foram concedidas 2.506 licenças, por mais de 15 dias, para dependentes do consumo de álcool, maconha, cocaína, anfetamina.
     O número reflete apenas uma das faces da influência das drogas no mercado de trabalho, já que expressa o problema só entre os que têm carteira assinada no Brasil.
Os dados mostram ainda que a dependência está em alta entre empreendedores, médicos, advogados, economistas, lixeiros, professores, funcionários públicos, todos do grupo cada vez mais amplificado nas estatísticas de transtornos de saúde desencadeados pelo uso de entorpecentes.
"O aumento nos números é multifatorial", avalia o médico Jarbas Simas, presidente da Sociedade Paulista de Perícias Médicas.
"De uma maneira geral, a crise pela qual passa a sociedade, a econômica inclusive, está levando o ser humano a procurar rotas de fuga e isso reflete em maiores índices da dependência química.
Por outro lado, os métodos de diagnósticos, o controle das empresas com relação aos funcionários dependentes e a conscientização de que o assunto deve ser tratado como doença, também foi ampliado, o que influencia no aumento", afirma Simas.

Consumo de álcool e falência cardíaca

     Para a população geral, sugere-se que o consumo moderado de álcool (definido como a ingestão diária de até duas doses de álcool - para os homens) esteja associado a uma menor incidência de problemas cardíacos, efeito que não tinha, até então, sido descrito para sujeitos hipertensos.
     Assim, com o propósito de investigar se o consumo de álcool está associado a um menor risco de acontecimento de falência cardíaca, entre indivíduos hipertensos, foram analisados os dados de 5.153 médicos americanos,participantes do estudo longitudinal “Physician’s Health Study”.
     Esses sujeitos, diagnosticados como hipertensos e submetidos a tratamento específico (no passado ou presente), foram questionados sobre a freqüência de consumo de álcool, hábitos alimentares, histórico de hipercolesterolemia e diabetes, tabagismo, atividades físicas, além de informações gerais como idade, peso, altura e índice de massa corpórea (IMC).
     Os participantes foram entrevistados a cada 6 meses por um período de 18 anos.
     Nesse período foram identificados 478 novos casos de falência cardíaca. O consumo de álcool esteve associado, de forma dose-resposta, a um menor risco de incidência de falência cardíaca, independentemente do histórico anterior de infarto do miocárdio.
     Essa associação intensificou-se após o controle de possíveis fatores de confusão, entre eles, hábitos alimentares e atividade física.
     Assim, os autores sugerem que, entre médicos hipertensos, o consumo leve a moderado de álcool esteja associado a um menor risco de acontecimento de falência cardíaca.
     Porém, por se tratar de uma amostra bastante específica, esses resultados não podem ser extrapolados à população geral, mas consistem em evidência indicativa dos possíveis efeitos cardioprotetores comumente associados ao uso leve-moderado de álcool.
    



Você Sabia???

     :: A bebida alcoólica surgiu ao acaso durante o período Neolítico na pré-história
     :: Alexandre, o Grande, caiu inconsciente depois de beber muito em seu ultimo banquete e veio a morrer dias depois de doença relacionada ao abuso de álcool
.
     :: A regulamentação do comércio de vinho passou a existir de forma mais consistente a partir da Idade Média.
     :: As mulheres russas proletárias no inicio do século XX colocavam bebida destilada nas chupetas de seus filhos
     :: Apesar do abuso de álcool ter sido sempre criticado durante a história humana, o conceito de dependência alcoólica só foi surgir no final do século XVIII e início do século .
:: Na Inglaterra do século XVIII o Gim era conhecido como a bebida de preferência das mulheres
.
Alcoolismo
Dra. Sandra Regina da Silva
O comportamento humano de ingerir álcool (etanol; álcool etílico) é bem antigo. De acordo com registros arqueológicos, desde 6000 a.C. e na Idade Média, após a descoberta do processo de destilação, a bebida alcoólica passou a ser utilizada como remédio para alívio da dor. Em pleno século XXI, vemos o seu consumo facilitado por novas formas de oferta de álcool e, sobretudo, pela aceitação e incentivo da sociedade, apesar de ser considerada uma droga psicotrópica.

Ao ingerir álcool, todo indivíduo passa pelo efeito agudo, que pode ser estimulante (desinibição, euforia e facilidade para falar) ou depressor (descoordenação motora, desequilíbrio e sono). Através do metabolismo, o organismo remove a droga circulante. Porém, podem acontecer efeitos desagradáveis (dores de cabeça e mal-estar geral). A ingestão abusiva de bebidas alcoólicas pode acarretar a dependência de álcool. Tal condição é denominada alcoolismo. No alcoolismo, o organismo passa a ter tolerância crônica, que possibilita quantidades cada vez mais elevadas, aumentando as doses progressivamente para se livrar da abstinência. No quadro crônico, quando o indivíduo pára de beber por 6 ou 8 horas, acontece a síndrome de abstinência (problemas gastrointestinais, agitação psicomotora, distúrbio do sono e tremores nas mãos), sendo o delirium tremens a forma mais severa da síndrome. Como efeitos crônicos do álcool no corpo, surgem as doenças no fígado (cirrose hepática, hepatite alcoólica e esteatose hepática), entre outros problemas de sáude, como doenças cardiovasculares e traumatismos devido às freqüentes quedas.

Dentre os fatores biológicos e socioculturais como desencadeantes do alcoolismo estão os fatores psicológicos. Quando o indivíduo não se permite resolver seus conflitos emocionais, deixando de buscar algum tipo de ajuda, pode encontrar no consumo de álcool uma forma negativa de enfrentamento de vida, estabelecendo uma falsa crença de resolução. Em indivíduos alcoolistas, observam-se aspectos de estrutura de personalidade como intensa insegurança, distorção de valores, baixa auto-estima, introversão e rigidez de cárater. O tratamento do alcoolismo realiza-se através de medicamentos que amenizam os efeitos da síndrome de abstinência, desintoxicação, orientação nutricional e psicoterapia (individual e/ou familiar). Por se tratar de uma adição socialmente aceita, é difícil o reconhecimento por parte do dependente de que ele necessita de ajuda. Implicando tempo, perdas importantes (profissional, saúde e social), podendo afetar gravemente a estrutura familiar deste indivíduo. A bebida alcoólica pode fazer parte do nosso contexto social e cultural. Porém, devemos ter responsabilidade ao fazê-lo, pois é possível transformar um simples ato prazeroso em um problema, causando em nossas vidas e nas dos que nos cercam conseqüências destruidoras e irreversíveis. 




Drinque com energético é mais perigoso que álcool
Pesquisadores dizem que bebidas energéticas deveriam ter alerta no rótulo
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos indica que tomar bebida alcoólica com energético é mais perigoso do que consumir um drinque só com álcool. Por causa disso, os cientistas dizem que os energéticos deveriam vir com um alerta no rótulo indicando que a mistura com álcool é perigosa.

No estudo, realizado pela Universidade do Norte do Kentucky, 56 alunos foram divididos em quatro grupos. Eles receberam uma bebida alcoólica, energético, uma mistura dos dois ou um placebo (drinque não alcoólico). Os pesquisadores “maquiaram” os copos para que os voluntários não soubessem o que estavam tomando.

Os cientistas mediram os reflexos dos alunos depois de tomar uma dose da bebida e pediram que eles se avaliassem em quesitos como estimulação, sedação, fraqueza e nível de intoxicação.

Todos os estudantes que beberam álcool mostraram problemas de controle dos movimentos. Mas aqueles que tomaram a bebida energética tinham menos noção a respeito do seu estado alcoólico, o que aumenta o risco de condutas perigosas como dirigir bêbado.

Cecile Marczinski, professor envolvido no estudo, diz que misturar álcool e bebidas com cafeína (como Coca Cola e rum) não é algo novo. O problema é que as bebidas energéticas atuais têm cerca de três vezes mais cafeína, o que faz com que elas sejam muito estimulantes.

– Tipicamente, as pessoas não conseguem fazer bons julgamentos quando estão bebendo álcool. É aquela sensação de sono que faz com que elas percebam que está na hora de ir para casa. Isso [a bebida energética] pode fazer com que a experiência da festa se torne mais longa do que o indicado. 

Por que sentimos sede quando estamos de ressaca?

Quando ingerimos álcool, a tendência é que a substância seja eliminada através da urina. Isso pode levar a desidratação do organismo. A sede é uma resposta à necessidade corpórea de repor o líquido perdido.


Como é um composto prejudicial ao bom funcionamento das células, o álcool se torna altamente diurético. "Por isso, o organismo tenta eliminá-lo de alguma forma", explica o gastroenterologista da Fundação Riograndense Universitária (Furg), Antônio Silva.
De acordo com o especialista, as bebidas com maior teor alcoólico agravam a desidratação. O médico afirma que tomar água com a bebida diminui os efeitos da ressaca no dia seguinte.
"Ao tomarmos água intercalada com bebida, ajudamos o organismo a se hidratar. Ao mesmo tempo, bebemos menos, pois reduzimos a capacidade do estômago de receber líquidos".